Rock’n roll à 33 rotações

 
Ouvir um bolachão de vinil ao fim de um dia de gravações é com certeza um dos meus jeitos prediletos de relaxar.
 
Quando você ouve um disco de vinil, você não está procurando apenas um som analógico, mas quente e verdadeiro. Você procura um momento só seu, onde tudo fica em segundo plano, um momento, onde aquele som que chega em seus ouvidos é a única coisa importante no mundo. Você presta atenção na letra, nas variações sonoras no ritmo entra realmente em uma viajem sensorial.
 
Isso sem falar das artes das capas e encartes que ilustram com maestria o clima das músicas. Tenho muitos discos antigos e usados e alguns inclusive tem mensagens escritas pelos antigos donos. As vezes são dedicatórias e outras são comentários sobre as músicas. No meu álbum dos Smiths – The Queen is Dead a antiga dona rabiscou várias coisas como “adoro essa música” ou “essa é melhor música do mundo”. É muito bacana ver como a música afeta a vida das pessoas.
E esse momento foi possível pois eu não tive que me preocupar com a louça de um dia inteiro de gravação do Miolos. Toda a louça do dia coube tranquilamente na lava-louças que ganhamos da Brastemp e de Finish.
 
Muito obrigado Brastemp e Finish.
Teco